Quase de certeza que todos os que vão ler isto (pronto está bem, também não são muitos, mas um dia este blog ainda há de ser grande… moderadamente grande
) já tiveram pelo menos um mealheiro em que o aspecto é exactamente o de um… porco!A imagem de ter um mealheiro como porco é no mínimo sádica, pois senão repare-se que não estamos a fazer nada menos que a alusão a matança de um porco… E a verdade é essa! O que se faz a um porco de criação… ora nada mais do que fazer o animal feliz durante uma série de meses em que se alimenta o desgraçado quase até ele se tornar uma chouriça viva, e quando o animal está bem gordinho e muito contente a pensar que os criadores o adoram pois estão sempre a alimenta-lo, o que acontece ao desgraçado? É transformado em tudo e mais alguma coisa desde churrasco a morcela… Triste vida a de um porco!
Ora o que acontece aos mealheiros é o mesmo… enchemos o mealheiro até ele não aguentar mais e depois com um olhar
maquiavélico pegamos num martelo e escaqueiramos aquilo tudo para lhe tirar as entranhas e ir comprar alguma coisa!!! O problema nisto tudo é o facto de fazerem os mealheiros com a forma de um porco… É um atentado aos Direitos dos Animais, e uma forma inconsciente de violência! Porque não fazer com outras formas, sei lá como por exemplo forma de um Sócrates ou ainda forma de uma Maria de Lurdes! O efeito era o mesmo, mas o prazer de os partir era muito maior, e menos contra o direito dos animais! Eu por exemplo nem deixava encher o mealheiro, todas as semanas partia um só pelo prazer!Ah... e associado a um desses mealheiros viriam os mais diversos utensílios de tortura... desculpem... de abertura!

Támali… sempre em busca de alegrar um pouco mais o dia!
1 comentário:
uma ideia excelente não fora um senão! o facto de tal como tu disseste "eu nem deixava encher o mealheiro todas as semanas partia um só pelo prazer", logo o mealheiro deixava de o ser para se tornar uma pinhata ou seja, um burrito daqueles que os mexicanos usam para encher de doces e depois partir à paulada, o que no caso das figuras em questão não era nada má ideia.
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